“Pois ele diz a Moisés: Terei misericórdia de quem me aprouver ter misericórdia e compadecer-me-ei de quem me aprouver ter compaixão” (Rm 915).

Nessas palavras, o Senhor reivindica, da forma mais clara possível, o direito de outorgar ou reter sua misericórdia, de conformidade com sua própria vontade.
Assim como um monarca está investido da prerrogativa de conceder vida ou morte, assim também o Juiz de toda a terra tem o direito de poupar ou condenar o culpado, conforme Lhe parecer melhor.

Somos uma igreja quarentona. É hora de refletirmos e revermos quais são os desafios para um crescimento significativo que redunde na glória de Deus e a edificação de sua igreja. Algumas atitudes práticas precisam ser vivenciadas por todos os que desenvolvem os seus dons e ministérios no corpo de Cristo. Nós precisamos urgentemente:

Os desafios da Grande Comissão

Algo deveria chamar a nossa atenção quando lemos acerca da Grande Comissão nas páginas das Escrituras Sagradas: é a notável ausência de entusiasmo dos discípulos ao receberem o divino comissionamento!
As circunstâncias que cercam a cena retratada nos Evangelhos não são marcadas pela alegria e pelo comprometimento que se poderia esperar por parte dos discípulos: aliás, a atitude destes carrega as marcas inconfundíveis da dúvida, da incerteza e da tibieza – quando não de franca incredulidade…

O presbiterianismo brasileiro completou no dia 12 de agosto, 151 anos. A implantação do presbiterianismo em nosso país se deu através do trabalho de missionários americanos, que vieram especialmente para nos evangelizar. O primeiro missionário presbiteriano a chegar aqui no Brasil foi o Rev. Ashebel Green Simonton (1833 – 1867).


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