“Ali ele (Jesus) foi tentado pelo diabo durante quarenta dias”. (Lc. 4:2) A palavra “tentação” é usada de várias maneiras. Normalmente, ela está associada com algo proibido, mas que efetivamente se faz. No final, a pessoa diz: “Caí na tentação”.O tema é abordado desde os primeiros capítulos da Bíblia, onde se relata que Adão e Eva, no paraíso, foram tentados pelo diabo. Isso indica que a tentação acompanha o ser humano desde o início da história.Ser tentado e ceder, significa distruir o relacionamento com Deus. Importa, pois, que a tentação seja percebida em tempo de ser combatida e que não seja tratada como algo natural e normal. Na raiz do mal está o diabo que, sagazmente, utiliza-se da nossa natureza pecaminosa para conseguir seu intento.
O próprio Jesus foi tentado como qualquer ser humano, mas saiu vitorioso. Jesus venceu a tentação em nosso lugar, socorreu-se na Palavra do Senhor como arma e derrotou o tentador. Assim como Cristo, também nós entramos numa luta espiritual na hora em que somos tentados. A nossa arma não é diferente daquela que Jesus usou: a Palavra de Deus.
Tentação, até quando? Não nos iludamos, ela nos acompanhará até o dia da nossa morte. Pois o diabo, embora subjugado, continua ativo na nossa natureza pecaminosa e investirá tudo para nos afastar do Salvador e do caminho da salvação. Daí, a grande necessidade de mantermos um relacionamento contínuo com Deus, através de Sua Palavra, e de orarmos sempre: “E não nos deixes cair em tentação. Mas livra-nos do mal.”
Rev. Magno Vinícius Paterline