Arquivo de abril, 2009

O que a EPG representa para você?

Trabalhar na EPG é uma oportunidade para crescer profissionalmente e ampliar laços de amizade. Nela encontro profissionais que partilham experiências e juntos labutam pela excelência no ensino. Com o passar dos anos, percebo que a tarefa de trabalhar mentes e corações é algo gratificante, pois torna a escola um ambiente de partilha de valores. Quando sinto a diferença no comportamento dos alunos vejo que é relevante o esforço diante dos desafios que encontro na educação e o quanto Deus me capacita para fazer o melhor para Ele.

Professora Nathália

Trabalhar na EPG foi um presente que Deus me deu neste ano. Minha disposição para o trabalho aumenta, pois todos os dias tenho um novo aprendizado e, desta forma estou crescendo profissionalmente. Thanks God for work in EPG.

Teacher Andressa

A minha escola é a melhor. Ela é a EPG, nela aprendo coisas que levarei pela vida inteira.

Derick 3º Ano B

Escola Presbiteriana do Gama é a melhor escola do mundo e os professores são ótimos.

3º Ano A

“Poderíamos falar sobre a realização que nossas filhas têm em estudar na EPG; poderíamos falar sobre o interesse que vemos na escola em apresentar um ensino associado a um cristianismo genuíno.  Também poderíamos dizer que sempre notamos os pais sendo bem recebidos e ouvidos pela secretaria e direção da escola.  Porém, gostaríamos mesmo é de mencionar a segurança que sentimos em deixar nossas filhas na escola e saber que elas serão cuidadas com respeito e seriedade por profissionais que, em sua maioria, muitas vezes, parecem membros de nossa família.  Isso nos deixa seguros.”

Pastor Abisaí e Ivonilce pais da Ana Luiza 4º Ano B e Letícia Lima 2º Ano B

Os motivos que nos levam a confiar nossas crianças a EPG são (por prioridades).

Linha de trabalho baseada na palavra de Deus;

qualidade do ensino;

preço;

distância e localização,

Concluímos que para dar continuidade a educação solidificada na palavra de Deus, valeria a pena percorrer quase 80 km por dia digo, exatos 78 km.

Estar com Ana Tereza na EPG é no mínimo uma bênção. A escola a recebeu com todas as portas abertas numa grande demonstração de amor, o que para nós é a chave para abrir todas as portas da verdadeira inclusão. Na escola ela tem sido amada, suas limitações respeitadas e suas potencialidades valorizadas, permitindo crescimentos espiritual, intelectual e social. Graças a Deus pela EPG.

Marlene e Paulo pais da Ana Tereza e Joana Paula 1º Ano

Sinto orgulho de ver meus filhos encaminhados não só na parte educacional, mas também em valores humanos e cristãos, compromisso sempre sério dos professores. Como sempre gosto de citar sou de denominação católica, mas a EPG em nenhum momento faz ou provoca discussões ou qualquer outro tipo de discriminação religiosa ou social, pelo contrário faz uma inclusão de todos para a visão do quanto Deus é amoroso e misericordioso para conosco. Meus filhos passaram a gostar mais da oração e a ver as dificuldades do próximo, sem apegos materiais e são despojados em ajudá-los. Na Campanha do Natal da Misericórdia levam seus brinquedos e roupas sem problemas e ainda pedem a alguns membros da família para ajudá-los. A escola não se preocupa com festas que não têm valor nenhum, mas dá ênfase à Páscoa, ao dia das mães, dos pais e a festa da família, a qual me emociona em participar. À EPG e a todos que nela trabalham tenho muito que agradecer pelo que ensinam a mim e a meus filhos. Ajudam-me a enfrentar minhas dificuldades e limitações, me fazem raciocinar que preciso buscar o bem de minha família, mesmo nos momentos mais difíceis. Obrigado por tudo!

Afonso Gomes pai do Adler Arlen 7ª A e Sarah Kalina 1º Ano

Na minha escola não tem violência, ela é arrumada, tem lugar para guardar as bicicletas, tem bebedouro novo. Os professores ensinam bem! Eu gosto muito da minha escola.
Emanuelly Hadassa 3º Ano A

Estudar na EPG é legal. Eles nos ensinam a ser alunos comprometidos, capacitados, bons cidadãos e bons cristãos, pois sua missão é trabalhar nossas mentes e nossos corações. Tenho orgulho e confiança de estudar na EPG.

Camilla Delmondes 5ª A

A Escola proporciona uma aprendizagem que assegura o compromisso, a responsabilidade, valorizando a interação família e escola. Utiliza-se de estratégias que disseminam, além da aprendizagem científica, o caráter cristão.

Marli mãe da Waleska Lucena 4° Ano A e Yasmim Lucena 8ª A

Eu gosto da EPG porque os ensinos são muito bons e os professores dedicados.

Lizandra 4° Ano “B”

Eu gosto de estudar na EPG porque aqui os professores nos tratam de forma muito legal. As pessoas que trabalham aqui são descontraídas e sempre nos recebem com carinho. Aqui os alunos são os melhores amigos do mundo. Essa escola é muito especial para mim, tudo parece organizado, em tudo tem respeito e educação. A festa que eu gosto mais é a festa da família, que reúne toda a família e os colegas para adorar ao Senhor Jesus.

Laysa Gladistone 6ª A

A EPG é diferente das outras escolas, pois, além de trabalhar a mente, também trabalha os corações, ou seja, fala tudo aquilo que é necessário que seja falado em uma escola, mas também fala da palavra de Deus, que é algo primordial em nossas vidas. O ensino é de qualidade, os professores tentam passar da melhor forma possível o conteúdo para os alunos.

Amanda Guimarães 8ª A

Escola de qualidade
Pessoas legais
Gentileza
Eu gosto da EPG porque o ensino do conteúdo é muito bom.
As pessoas são muito gentis.
É uma escola que conquista.
Os
professores são bem preparados e explicam com paciência.
Além disso, eu gosto da EPG porque ela aproxima as crianças de Deus.

Amanda Evelyn 4ª B

A Escola Presbiteriana tem uma cantina com um lanche gostoso que é preparado pela Norma e também tem um salão com várias apresentações bem divertidas.

Larz Gabriel Caetano 4º Ano A

A EPG é uma escola muito especial por trabalhar mentes e corações e nos mostra sempre quando disciplina, a vontade de Deus. Faz quatro anos que eu estudo aqui e a cada dia que passa, gosto mais da nossa escola. Fico triste porque no ano que vem não estudarei aqui. Eu me apeguei muito a todos os funcionários e alunos, com certeza sentirei muita falta.

Thaís Querino de Lima 8ª B

Gosto de tudo na minha escola, dos professores, dos alunos, da quadra e etc. Os professores nos ensinam matérias legais e ensinam de um jeito fácil de aprender. Eu também gosto da quadra de esportes, lá a gente se diverte e aprende a fazer exercícios físicos. Na minha escola tudo é importante para a nossa educação.

Sophia 4ª A

A Escola Presbiteriana é uma excelente escola, pois ela não ensina apenas mentes, mas também corações. O seu ensino é muito bom, é de acordo com os princípios bíblicos. Os seus professores e funcionários são de grande competência.

Juliana Seixas 7ª A

Salomão escreveu no livro de Provérbios 22.6 o seguinte ensinamento: “Ensina a criança no caminho em que deve andar,e, ainda quando for velho, não se desviará dele.” As crianças são preciosas e merecem todo carinho, atenção e, principalmente, o ensino da Palavra de Deus, não apenas conhecer a Palavra, mas vivenciá-la diariamente. Optamos por esta escola pelos princípios cristãos ensinados, pelo ambiente familiar, pois vemos aqui a extensão da nossa casa. Como educadores optamos por conhecer a qualidade do ensino, a excelente estrutura física e pela qualificação dos funcionários e pelo carinho recebido por todos.

Pastor Williamar e Pastora Regina pais da Elisa – Jardim I

Optei por uma escola de qualidade que tivesse como visão uma excelente formação e princípios cristãos, quando meu filho ingressou na vida escolar. Na EPG encontrei todos esses requisitos. Uma escola que trabalha verdadeiramente em harmonia, mentes e corações. Seus profissionais são altamente capacitados. Meu filho tem prazer em realizar as atividades e trabalhos, graças ao acompanhamento e estímulo dado pelos professores. Isso me deixa muito feliz.

Zélia Ignowsky mãe do aluno Gabriel Ignowsky 4º Ano A

Redações

Durante o ano de 2008, várias produções de textos foram realizadas com os alunos. Destacamos, abaixo, algumas realizadas por alunos de 6ª, 7ª e 8ª séries.

Publicidade: Modos de olhar…

A publicidade é muito importante para nós, e ela pode ser vista por dois lados, o lado positivo e o lado negativo.

A publicidade é importante, pois ela informa as pessoas sobre um certo produto, fazendo com que atraia as pessoas para comprá-lo. Uma publicidade que é bastante importante é a da educação das crianças, pois incentiva a estudarem.

Porém, a publicidade engana demais, ela diz que o produto é maravilhoso, mas na verdade não são, são horríveis (alguns). Muitas pessoas compram produtos, só porque a maioria das pessoas tem. Ou seja, por pressão de grupo.

O que se pode concluir é que a publicidade é muito importante para nós, mesmo que ela engane demais, ela nos ajuda.

Viviane Gomes 6ª A

Publicidade: Modos de olhar

A publicidade serve para informar, e incentivar as pessoas a consumirem. A publicidade possui dois lados: o lado positivo e o lado negativo.

O lado positivo da publicidade está voltado para a parte institucional, que normalmente vende as idéias de uma empresa, como propagandas que transmitem coisas realmente úteis.

Porém, há também o lado negativo, onde predomina a parte comercial, que obriga as pessoas a consumirem para fazer parte da sociedade.

O que se pode concluir é que, mesmo que a publicidade aponte seu lado negativo que é o que predomina, nós dependemos muito da publicidade, que nos ajuda a nos manter informados.

Raiane Cristine 6ª A

A Publicidade e os seus lados

A publicidade é o que divulga e vende o produto das empresas. Ela pode nos ajudar bastante, mas também pode nos trazer muitas dívidas.

O lado positivo da publicidade é a facilidade na comunicação. Imagine pesquisar os preços pessoalmente de loja em loja? Mas, com a publicidade, isso não é preciso, pois a publicidade nos fornece panfletos, banners e propagandas na televisão!

Porém, imagina aquela criança que está sendo excluída da classe por não ter aquele boné que passa todo dia na TV e que todo mundo tem?

Cabe a todos nós fazermos bom uso dos lados da publicidade.

Ana Gabriela 6ª A

Os dois lados da publicidade

A publicidade serve para informar com o objetivo de fazer comprarem. Devemos lembrar que a publicidade tem o seu lado bom e tem seu lado ruim.

O lado bom da publicidade é que a publicidade institucional não tem fins lucrativos, pois hoje, TUDO que nós fazemos é pensando em dinheiro, o lado que publica os produtos, pois sem a publicação dos produtos não saberíamos detalhes dos produtos. Sem a publicidade, seria difícil lançar produtos, ampliar suas vendas.

O lado ruim é que a publicidade é formadora de opinião. A parte comercial tem fins lucrativos, quer mudar o que nós pensamos, possui mensagens subliminares, ou seja, ocultas.

O que se pode concluir é que nós não podemos deixar a publicidade nos enganar e devemos ter somente o necessário.

Amanda Gabrielly 6ª A

Publicidade: Lado positivo e lado negativo

A publicidade serve para informar, com o objetivo de fazer as pessoas comprarem alguma coisa ou adquirir uma idéia. A publicidade é dividida em comercial e institucional. A publicidade comercial é mais voltada para o comércio (ou seja, venda de produtos), a publicidade institucional, não tem fins lucrativos, é uma publicidade que vai te impulsionar a agir e ajudar (ou, seja, venda de idéias). A publicidade, de forma geral, possui lado positivo e lado negativo.

Por um lado, a publicidade possui bons aspectos, pois sem ela seria difícil lançar produtos, ampliar suas vendas, promover a concorrência e gerar economias de escala que resultam em qualidade melhor e preços menores. Além disso, a publicidade institucional é uma publicidade com bons objetivos, de ajudar os outros.

Por outro lado, a publicidade possui aspectos ruins, pois ela obriga as pessoas a se unirem e fazerem parte de uma sociedade. Hoje as pessoas são conhecidas pelo o que elas possuem, e aqueles que não podem comprar o produto se sentem excluídos. Além disso, ainda existem as mensagens subliminares que são mensagens ocultas e tem o objetivo de passar uma mensagem inconsciente pra gente.

O que se pode concluir é que a publicidade é muito importante para o mercado, pois ela impulsiona as pessoas a comprarem um produto ou adquirirem uma idéia, muitas vezes isso faz bem para a sociedade. Mas temos que ficar atentos e nunca acreditar nas mentiras que ela cria, só podemos aceitar o produto se ele for mesmo bom.

Giovanna Medeiros 6ª A

Publicidade

A publicidade tem seu modo de olhar e ela serve para informar e fazer as pessoas comprarem. Há o lado positivo e o negativo da publicidade.

O lado positivo da publicidade é quando compramos algum produto a gente recebe algo mais, que é o produto da imaginação e também há outros aspectos positivos; sem a livre iniciativa e a concorrência comercial não existiria publicidade.

Por outro lado, existe o aspecto negativo na publicidade, as propagandas enganosas, que nos enganam com os produtos. Outra coisa também é os produtos que chegam até nós, o que deveria ser o contrário.

O que se pode concluir é que nós devemos pesquisar mais antes de comprar os produtos e o ser humano é muito dominado pelos objetos e isso não é legal.

Larissa Silva de Andrade 6ª A

O lado bom e o ruim da publicidade

Publicidade é um método de atrair pessoas para comprarem alguma coisa, mas alguns tipos de publicidade servem para que as pessoas saibam de algumas coisas. A publicidade serve para informar.

Na publicidade existem lados bons, um exemplo é a publicidade institucional que é uma publicidade que não quer que ninguém compre nada, mas quer que a pessoa conheça o que eles estão transmitindo. Outro lado bom é que a pessoa não precisa sair de casa para comprar alguma coisa, o objeto vai até você junto de mensagens coloridas.

O lado ruim da publicidade, é que muitas delas só estão preocupadas em vender. A publicidade obriga as pessoas a consumirem só para fazer parte da sociedade. A publicidade quer mudar o que a gente já pensa. A publicidade chama as pessoas para comprarem algo de que nem precisam.

O que se pode concluir é que existem lados na publicidade, o ruim: publicidade comercial e o bom: publicidade institucional.

Patrícia Joyce 6ª B

Publicidade

A publicidade serve para informar, com o objetivo de fazer as pessoas consumirem. Nela, existe o lado bom e o ruim, onde às vezes, as pessoas não têm como optar pela melhor, pois ela é muito influenciadora (principalmente com as crianças) e formadora de opiniões.

O lado positivo da publicidade fica na publicidade institucional, onde não é apresentada a necessidade de comprar, consumir, mas sim que a pessoa conheça. Um exemplo disso é a publicidade contra a violência no trânsito. Essa é educacional.

Porém, existe o lado negativo, que é publicidade comercial, onde podemos encontrar mensagens inconscientes, chamadas subliminares. Algumas propagandas até levam as pessoas a consumirem só para fazer parte da ‘’sociedade’’.

Em síntese, pode-se dizer que, a publicidade, como todas as outras coisas, tem seu lado bom e ruim.

Ingrid Helenita 6ª B

Publicidade: bom ou ruim?

A publicidade serve para informar, com objetivo de uma pessoa comprar alguma coisa ou produto, com objetivo de fazer as pessoas gastarem seu dinheiro.

Na publicidade existem muitas coisas boas, como as propagandas contra o desmatamento. Algumas incentivam as crianças a estudar e aprender mais.

Porém, na publicidade há coisas ruins como obrigar as pessoas a consumirem para fazer parte da sociedade; outra coisa ruim é a discriminação nas propagandas e as mensagens subliminares.

Concluímos que a publicidade possui seu lado bom e seu lado ruim e achamos que as pessoas deviam parar de publicar propagandas ruins e investir mais em propagandas boas.

Paulo Henrique 6ª B

A reforma protestante

Lutero era um bom homem que pensava que Deus era um deus vingativo. Com isso ele deixou seu curso de direito para fazer teologia e seguir à igreja.

Nos mosteiros, eles aprendiam a falar latim e começaram a ler a Bíblia, que naquele tempo era “proibida” para as outras pessoas, a não ser os clérigos. Ao ler e estudar a Bíblia, Lutero percebeu que a Igreja Católica não estava seguindo “as normas” estabelecidas na Bíblia e resolveu fazer as 95 teses, de acordo com o autor na pág. 194: “as 95 teses protestavam contra a atitude do papa e expunham algumas doutrinas religiosas”. Elas, expostas na porta da igreja de Wittenberg, logo foram divulgadas pelo técnico da tipografia desenvolvida no século XV por Gutenberg.

Mas Martinho Lutero também declarou que era contra a venda de indulgências, p.192, que era a venda do perdão dos pecados, que de acordo com Nelson Piletti, “as pessoas viviam com medo do inferno e com sentimento de culpa, causados pela idéia de pecado”, e pensavam que, se comprassem essas relíquias sagradas, seriam livres do purgatório.

O dinheiro arrecadado com essas relíquias sustentava o lucro de diversos mosteiros e igrejas e, de acordo com Nelson Piletti na p. 02, “muitas vezes, as autoridades católicas interessavam-se apenas por seus ganhos e deixavam as obrigações religiosas de lado”.

Com as 95 teses, a Igreja Católica teve motivo para expulsar Lutero com a bula papal. Com isso Lutero foi perseguido, porém, mesmo assim, ele conseguiu traduzir a Bíblia para o alemão, o que foi divulgado “nos jornais” daquela época. Nesse período, vários protestantes foram mortos nos conflitos ocorridos com a Igreja Católica.

Logo que a igreja foi dividida, ocorreu a reforma católica que foi uma série de modificações nas suas práticas e comportamentos; assim, de acordo com Nelson Piletti na p. 06, as principais iniciativas do papa foram: a convocação do concílio de Tentro, a oficialização da ordem religiosa e a intensificação das atividades do Tribunal do Santo Ofício. Lutero se casou e teve 6 filhos.

Ana Carolina Santos 7ª A

Uma noite de luar

Em uma noite na praia, estava observando o céu límpido, estrelado e com lua cheia. Deitei-me na areia e vi que estava muito cansada. E imaginei… será que amanhã o dia será como hoje? Com pessoas andando por todo lado? Pescadores com rede ou varas pescando peixes para vender logo cedo? E barcos de toda cor: verde, marrom, amarelo e vermelho? E as casas cheias de areia branca e limpa da praia?

Bom, isso não sei dizer, mas, com certeza, minha ‘’pensão’’ estará cheia de turistas, pois aqui o nossa praia é linda e o dia maravilhoso, com sol quente, o céu límpido, o mar cheio de ondas para surfistas e mergulhadores, a areia macia, vento frequente. Aqui, em minha hospedaria, não há nada de quadros famosos, lençóis de seda, tapetes grossos, mas é bastante confortável, aconchegante e muito simples. Tudo o que eu tenho de mais bonito veio do mar, as estrelas, conchas, peixes empalhados e um aquário com peixes retirados de lá. Aqui é tudo de madeira, os quartos, portas, banheiros, sala, cozinha… Minha comida é especialmente de frutos do mar, camarões, ostras, lagostas, siri, caranguejo e peixe.

Ai, ai, mas por hoje chega, só quero agora observar a noite mais bonita que já vi na praia.

Ana Carolina Santos 7ª A

Uma pescaria valiosa

Já estava entardecendo, o sol já começava a desaparecer. Maria estava na janela de sua casa, aguardando seu marido chegar da pescaria. A casa de Maria era bem simples, mas bastante aconchegante. Sua casinha ficava à beira mar, aonde os barcos de pescadores chegavam.

Maria começava a se preocupar com seu marido, todos os barcos chegavam, barcos grandes e pequenos, menos o barco do marido de Maria. Maria já estava apavorada, saiu de sua casinha e foi perguntar para os outros pescadores se eles não tinham visto seu marido.

Alguns minutos depois, aponta o barco do marido de Maria. O barco vinha entre as ondas daquele mar azul. Enfim o barco ancora. O marido de Maria veio correndo e lhe deu um grande beijo e um abraço. Contou a ela que a pesca tinha sido maravilhosa, além de muitos peixes em sua rede, ele também encontrou um baú cheio de diamantes.

Maria, ao saber disso, saiu dando pulos de alegria entre os barcos que estavam parados na praia. Já era noite, a lua era cheia, estava maravilhosa, o céu estava todo estrelado. Foram até o barco, guardaram os peixes e voltaram, pegaram o baú, sentaram-se na areia e ficaram apreciando aquelas pedrinhas valiosas e aquela bela noite.

O dia estava amanhecendo, o sol nascia preguiçoso, aí que se deram conta de que passaram a noite na praia.

Foram até o centro da cidade e venderam os diamantes. Conseguiram uma fortuna, mas o dinheiro não subiu à cabeça deles. Continuaram as mesmas pessoas simples e humildes.

Dividiram o dinheiro entre amigos e parentes e transformaram a vila em que moravam em um lugar melhor. Construíram uma casa para eles naquela vila. Compraram um belo barco e o marido de Maria continuou sendo pescador e criou uma ONG para crianças órfãs.

Maria e seu marido estavam muito felizes com a vida que estavam levando. Seus amigos e parentes ficaram gratos eternamente a eles. A vila ficou linda, organizada, limpa e protegeram a praia e os animais que ali viviam. Para Maria, aquela vila era o melhor lugar para se viver.

Amanda Guimarães 7ª A

O cavalo e seu menino

Fui pra casa de minha avó, um sítio belo, um sítio grande. Pastos verdinhos e cheirosos. Calor bom, aquele que dá pra aguentar.

Vi minha avó, uma mulher, uma senhora. Não era feia. Mas não tinha a formosura de antigamente. Era uma mulher dócil e muito calada. Parece até que guardava um segredo. Vi então um menino, deva ter mais ou menos oito anos de idade, magro. Cabelos curtos. Pele parda. Olhos que pareciam hipnotizar de tão azuis.

Uma casa calada por dentro (e muito fresca). E barulhenta por fora. Barulho de vento batendo nas plantas, fazendo barulhos sonolentos. O perfume das flores grandes e coloridas cativava quem cheirasse.

Mas… E o menino? Ah! Ali estava, pegando uma estrada de terra em caminho à mata, uma mata grande, com árvores belas, com folhas amarelas e verdes, árvores brasileiras. Parece que nessa floresta havia alguma coisa, ou alguém… Pois é! Era um cavalo, que, por sinal, era lindo, e raro, com pelos branquinhos como uma folha de papel. Olhos azuis como o azul do mar, crina branquinha e grande.

De repente o menino sobe no cavalo; sem espanto, o cavalo deixa. Então o menino faz um sinal que parece que o cavalo entende, mas eu não entendi. O cavalo sai andando, andando como se estivesse atrás de algo, ou de um sonho. E percebi que o sonho do cavalo era ser menino, humano. E o sonho do menino era ser cavalo…

Voltei pra casa de minha avó e percebi que uma amizade é sentir o que o amigo sente e ser o que o amigo é…

Gabriel Mário 7ª A

Natureza marcante

Era um belo lugar. Aquela linda floresta, com várias árvores; árvores altas e outras baixas. Um ambiente contagiante.

O barulhinho do rio suavemente transmitia a paz e a alegria. Bem acima do rio, havia aquela pequena ponte. Ela era romântica e bonita. Esse lugar era algo em que a paz habitava. O canto dos pássaros não permitia que houvesse tristeza. As flores e as belas rosas com o lindo colorido completavam a alegria. O sol, como sempre, brilhante e muito contagiante. O fim da tarde gostosa e bela se aproximava.

Lentamente o céu azul e lindo escurecia; pois se aproximava a noite. A lua e as estrelinhas seriam a nova companhia da ponte tocante e marcante. A neblina, geladinha e suave, cumprimentava e presenteava a floresta que havia tido um dia caloroso e proveitoso. A dona coruja saía a cantar e a se alegrar. Passava por cima da ponte prá lá e pra cá.

Essa noite estava tocada e marcada pelo universo que, de maneira adorável, cuidava dela e lhe agradava.

O dia na praia

O dia estava ensolarado, inúmeras pessoas se locomovendo para a praia para relaxar, mulheres de biquínis e maiôs, e os homens, com suas pranchas, vestidos de sunga e bermuda; o estacionamento estava lotado e ainda não paravam de chegar pessoas. Eu estava agoniado à espera dela, parecia que chegava todo mundo, menos ela.

E, naquele dia, resolvi entrar naquela água bem azul, dava para ver até os peixes que rondavam por lá; as ondas, nem se fala, eram grandes que não aguentei a emoção e fui a uma lojinha comprar uma prancha. A senhora que vendia esse tipo de objeto era velhinha, mas bem humorada.

Entrei na praia, enfim, com a minha linda prancha, fui surfar, de longe avistavam-se uma linda paisagem, famílias fazendo piqueniques, homens jogando bola…

Enfim avistei-a, estava linda; corri e fui lá ficar do lado dela. O que ela mais gostava de fazer era passar um cremezinho e tomar banho de sol. Depois resolvemos tomar banho na praia. Chegou a hora do almoço, fomos almoçar.

Curtimos muito aquele dia ensolarado, tumultuado, a tarde passou muito rápido; escureceu e nós fomos para casa.

Israel de Souza Rodrigues 7ª A

Iguais, mas diferentes

Para mim, um ser humano ímpar é minha mãe, eu sei que todos os seres humanos o são, como afirmou Carlos Drummond de Andrade, mas, em minha opinião, ela supera a todos.

Ela jamais vai pelo que os outros dizem, tem consciência do que é certo e procura sempre segui-lo, sempre é justa e verdadeira, amiga e fiel, independente de qualquer situação ou circunstâncias a que ela esteja sujeita.

Além disso, ela ajuda sempre aqueles que precisam, é aquele tipo de pessoa com quem você pode contar sempre, seja na alegria, seja na dor; além dessas coisas, ela faz outras tantas, que eu poderia pegar todas as folhas existentes no mundo e mesmo assim não haveria espaço para dizer tudo.

Sendo assim, eu percebo que todo ser humano é ímpar, pois, por mais que procuremos, jamais encontraremos pessoas que sejam completamente iguais; por mais que sejam parecidas, continuam sendo ímpares.

Paulo Vinícius Pereira Oliveira 7ª B

Cada ser, um ímpar

Assim como cada um de nós, minha amiga, a Késsia, é um ser ímpar. “Todo ser humano é um estranho ímpar.”

Minha amiga é realmente amiga, ela é companheira, amável, carinhosa, zelosa, confiável, além de ser bonita e inteligente. Talvez isso faça dela um ser ímpar, mas, com certeza, o seu caráter em geral a faz assim.

Késsia sempre me apoiou e deu idéias sobre como agir em certas ocasiões; nunca teve medo de me dizer certas coisas, por exemplo: “Eu te amo”. Amigas também dizem “eu te amo”, e o mundo hoje acha que dizer “eu te amo” para alguém do mesmo sexo é sinal de que é homossexual, mas não. Não só isso, mas as atitudes da minha amiga a fazem um ser ímpar.

Uma coisa que eu não poderia deixar de falar: minha melhor amiga tem até hoje aguentado as pessoas quando a acham “quadrada” porque não se adequou ao mundo. Ela é obediente não só aos seus pais, mas ao nosso bom Deus, que criou os céus e a terra, que nos criou, e o melhor de tudo é que ela vai morar no céu comigo e com o nosso Deus. Por isso e muito mais é que eu considero a Késsia, minha melhor amiga, um ser mais que ímpar, uma amiga muito especial.

Thaís Querino 7ª B

Ímpar

Adriana Ferreira é uma parenta estimada, uma tia querida, uma pessoa que admiro, um ser humano ímpar, assim como qualquer outro.

Nasceu no interior de Goiás, em uma família simples – um começo bastante comum. O tempo foi passando e ela, seus irmãos e sua mãe tornaram-se evangélicos.

Após certo tempo, ela sentiu uma vontade divina; um chamado missionário, ou seja, anunciar a palavra de Deus onde Ele não era conhecido.

Então os desafios começaram a surgir, ela precisou fazer um curso preparatório, levantar recursos para a viagem, ir para um local totalmente desconhecido, com climas e pessoas diferentes, abrir mão do pouco luxo e conforto que tinha e, principalmente, abandonar a família e os amigos, enfrentar a distância que havia entre eles (situação que todos suportariam), tudo em nome daquilo que achava ser o correto.

Essa mulher comprova que, apesar de todos sermos seres humanos, cada um é ímpar, ou seja, diferentes de uma maneira especial.

Vitória Hadassa de Souza Santos 7ª B

Que maravilha de lugar!

Ando pelo canteiro e, de repente, fixo meus olhos em uma paisagem bela onde se vê uma menina pequena, de saia, a brincar. Já chegava o entardecer, aquele céu azul estava tomando cores diferentes, cores como laranja e amarelo, sendo misturadas, formando cores fortes. Vejo ali o pôr do sol, sinto aquele vento bater em meus cabelos, aquele aroma de flores que refresca as minhas ansiedades. Vejo ao redor da menina, cores que a cercam, cores vivas que alegram, me dá gosto de ver aquela estrada de chão desmanchando poeira com o vento e, atrás, uma imensidade de margaridas com cores vibrantes. Mais além, uma escada de madeira que levava a uma simples casa que parecia ser da garota de saia e blusa de cor azulada mais clara.

Por um instante, paro e reparo mais na menina: uma menina aparentando ser nova, e pequena em estatura, menina loira, de olhos claros, com cabelos curtos que balançavam à medida em que o vento ia em sua direção. Que lugar espetacular, porém, com a mistura de cores sob o céu e o desaparecimento do sol, sinto que já é hora de me recolher.

Késsia Brasil Brito 7ª B

A língua que eu, jovem, falo

À medida que o tempo vai passando, as coisas se modificam, uma delas é a maneira de falar, principalmente entre os jovens. A partir daí, surge a grande questão: será que é correto o uso de gírias?

É verdade que a maioria dos jovens usam e gostam de uma linguagem diferente. O uso de gírias não é errado, é uma forma de conversar mais informalmente. Pode ser uma maneira de simplificar e resumir aquilo que se quer falar. Além disso, pode ser uma maneira de se comunicar com seus, amigos, de modo que os pais ou professores não compreendam.

Por outro lado, é preciso saber o momento e o lugar certo para usar essas palavras informais. Não é com todo mundo e nem em qualquer lugar que se pode conversar utilizando gírias. Além disso, mesmo com os amigos, é preciso saber onde falar, porque quando se fala de forma exagerada, acaba ficando cansativo, a pessoa passa a ter um vocabulário pobre.

Portanto as gírias sempre existirão e sempre estarão surgindo novas. Mas é preciso saber o momento certo para utilizá-las.

Ananda Laurent Rocchi 8ª A

Relatório do filme “Hotel em Ruanda”

O filme “Hotel em Ruanda” é um filme que conta a história do genocídio que houve em Ruanda. Esse genocídio aconteceu contra uma tribo africana, os tutsis, e foi promovido por uma outra tribo rival, os hutus. Após a ruptura dos laços coloniais, os processos de independência na Ásia e na África desdobraram-se numa série de lutas internas envolvendo grupos étnicos políticos ou grupos étnicos rivais [...].

O personagem principal é o Paul, um hutu não- revolucionário, casado com uma mulher tutsi e com filhos considerados tutsis.

Toda a rivalidade entre tutsis começou na era colonial. Como diz na parte da apostila genocídios em Ruanda: “com o neocolonialismo [...], essas diferenças (étnicas) tenderam a se acentuar”. Os alemães e belgas, que dominaram a Ruanda antigamente, dividiram o território sem levar em conta a divisão étnica e cultural africana. Eles favoreceram os tutsis e reprimiram os hutus. Eles diziam que os tutsis eram mais elegantes, porém mais altos e com o nariz mais fino. Quando os belgas e alemães romperam laços políticos com Ruanda, os hutus declararam vingança contra os tutsis, promovendo o tal massacre, como diz no 3º parágrafo de Genocídio em Ruanda na apostila: “[...] a rivalidade levou a um massacre promovido pelos hutus. [...].”

Havia uma rádio hutu que os deixava mais rebeldes. Paul abrigou muitos tutsis no hotel em que trabalhava. Paul salvou muitos tutsis em seu hotel. Os hutus venceram e mataram muitos tutsis. Quando o genocídio terminou, os restantes tutsis foram refugiados em outros países, como a família de Paul. Como diz no 3º parágrafo de Genocídio em Ruanda: “[...] que exterminaram cerca de 800 mil tutsis [...], mais de dois milhões de tutsis se refugiaram em outros países.”

Lucas Martins Gontijo Soares 8ª A

A língua que eu, jovem, falo!

Desde muito tempo, os jovens têm o costume de falar gírias e, às vezes, cada grupinho ou uma pessoa tem suas próprias. As gírias são palavras inventadas ou escolhidas pelos jovens para expressar os sentimentos, é uma forma, maneira de demonstrar os sentimentos e brincar com a língua, com as palavras, mas, claro, de forma correta.

A gíria, de certa forma, é legal, pois, assim, os jovens criam sua própria identidade e podem falar por meio de ‘’códigos’’ para que certas pessoas não entendam.

Mas, vendo por outro lado, as gírias, muitas vezes, atrapalham a língua, pois, quando estamos escrevendo, acaba saindo uma gíria e nós nem percebemos, de tão acostumada que a pessoa se torna.

A gíria pode ser boa ou ruim, depende de como e quando se usa. Não há problemas em falar gírias, desde que, na hora e no local certo, a pessoa saiba falar direitinho também.

Sarah Lemos Araújo 8ª A

A língua que eu, jovem, falo!

‘’ Iaê?!’’ ‘’ beleza’’,’’meu’’, ‘’véi’’ são algumas das gírias que nós, jovens, usamos, muitas para se comunicar, não apenas pela internet, mas entre nós também. Existem os que defendem a utilização das gírias, mas existem os que acusam: ‘’Será que a utilização de gírias favorece a erosão da linguagem?”

Escritores, médicos, professores de muitas partes do país afirmam que as gírias são tipos de linguagem que os jovens utilizam, prejudicando o vocabulário e ajudando na erosão da linguagem, pois, com a comunicação em gírias, fica mais difícil a compreensão de pessoas mais velhas ao entender o que falamos.

Por outro lado, jovens e adolescentes dizem que as gírias não afetam ou prejudicam o uso formal da língua portuguesa, pois acreditam que sabem diferenciar quando se deve usar a linguagem formal.

Os jovens e adolescentes têm maturidade para saber diferenciar quando devem usar as gírias, nos momentos apropriados e de forma que, definitivamente, não afetem a Língua Portuguesa. Para isso, os pais desses jovens e adolescentes precisam orientá-los e indicar quando, onde, e com quem devem usar as gírias.

Daniel Sousa Oliveira 8ª A

A língua que eu, jovem, falo!

Existem palavras que foram bastante usadas antigamente e que hoje não são mais. Mas não é essa mudança que vem chamando a atenção de algumas pessoas, principalmente mais velhas. O que chama a atenção é a utilização de gírias!

É verdade que muitos jovens, atualmente, não se preocupam em exercitar o cérebro. Como diz Marili Ribeiro do jornal Brasil: ‘’Os músculos da inteligência são mais difíceis de adestrar, mas dão satisfações muito maiores’’. É por isso que eles procuram os meios mais fáceis e práticos de se comunicar. Um exemplo disso é a gíria.

Entretanto, não é de agora que as gírias surgiram. Elas mudaram, mas não morreram. É como diz Marcos, de 17 anos, do texto ‘’Geração tipo assim’’: ‘’As gírias mudam e não vão deixar de existir. [...] no lugar disso, falamos outras coisas.” As gírias são palavras que simplificam, resumem e explicam sensações e emoções de uma forma mais rápida.

Por isso creio que as gírias não são um problema tão horrível quanto estão dizendo. Elas fazem parte da cultura de um país e caracterizam a geração jovem que está crescendo cada vez mais. É importante deixar que os jovens se expressem da maneira que acham melhor.

Déborah Vieira 8ª A

A língua que eu, jovem, falo!

Atualmente os jovens se dividem em tribos, usam determinadas roupas, mas uma coisa, dentre outras, que se destaca é a língua; gírias agora são o “português’’ dos jovens.

As gírias podem ser ouvidas em qualquer lugar onde há jovens. Muitos escritores e pessoas mais velhas dizem que os jovens estão promovendo a erosão da língua. Mas, se a moda, a música muda, por que a língua não pode mudar?

A nossa linguagem é uma forma de resumir o que falamos, é uma forma de mostrar que sabemos nos expressar, pois, segundo muitas pessoas, não conversamos, vivemos reservados em nosso mundo. As gírias são uma forma que encontramos para expressarmos nossas sensações e emoções.

Em síntese, não há problema nenhum em haver o uso de gírias. Apesar de eu concordar que promove a erosão da linguagem, devemos nos habituar à evolução das coisas, especialmente à da língua. E se na época das pessoas que são mais velhas elas falaram ‘’gírias’’, por que nós não podemos?

Jéssica de Almeida Sousa 8ª A